Comportamento

Vídeo: afinal, o que querem as pessoas?

, junho 15, 2017


comportamento | lifestyle | pessoas | social | o que querem as pessoas | dicas de comportamento | comportamento humano

Eu sempre fui ensinada a não gostar de falsidade e a não praticá-la. Inclusive, nunca fiz questão de que ninguém ficasse me amando falsamente. Sempre respeitei quem não gostasse de estar ao meu lado, ou quem, simplesmente, não quisesse socializar comigo por N motivos. É  um direito de cada um, afinal de contas, não é?

Mas a sociedade atual parece, estranhamente, estar exigindo falsidade das pessoas. É o que vejo, pelo menos. Não basta tratar com educação: tem que amar todo mundo, viver sorrindo, plantando bananeira. Se não, você passa por pessoa chata, antipática, antissocial, grosseira, entre outros. E olha, diante destas coisas, eu só tenho uma frase pra dizer para o mundo: SIMPATIA NÃO É SINÔNIMO DE EDUCAÇÃO.

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Pense comigo: dar bom dia precisa ser sorrindo? Não. É claro que um sorriso agrada, mas e se a pessoa não quer sorrir? Se ela está na merda e, simplesmente, quer ficar séria?? E se ela estiver deprimida??? Sorrir agora virou obrigação: se você não sorrir, você não presta. O importante, a meu ver, é saber dizer por favor, obrigado e com licença nos momentos certos - e isto não quer dizer que você, necessariamente, deva fazer estas coisas vivenciando o humor do Bozzo.

O que tenho visto por aí é que o egoísmo das pessoas cresceu a tal ponto que nem ao menos respeitam o sentimento umas das outras. Você não quer olhar para alguém sério ao ser cumprimentado; você quer sorrisos, abraços e afagos. Não importa se é falsidade, se por dentro a pessoa tá morrendo ou muito P da vida. Nem importa se ela te odeie. O que importa é que, por fora, ela está agindo de acordo com o que você acha que tem que ser. Vamos acordar, galerinha, que o mundo não é um eterno teatro?

Dá um play aí pra conferir minha reflexão completa (e polêmica) da vez!

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MAIS: Blogueira da vida real e verdades que ninguém vai te contar

Te espero na próxima! Beijos (você prefere com ou sem sorrisos? Rá)!!

Marcéli

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VLOG: Viagem a Recife num quase bate e volta

, junho 8, 2017


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Fazia um tempão que não postava vlog, hein? Confesso que gravar vlog é uma tarefa extremamente DIFÍCIL, pelo fato de que você, obrigatoriamente, precisa estar com uma câmera "pendurada no pescoço" quase que 24hrs por dia. E fazer isso não é algo tão fácil assim - até mesmo para uma blogueira.

Apesar das dificuldades, eu continuo me esforçando - e acho que uma viagem para Recife, ainda que super mega rápida como foi essa (dois dias!), valia a pena ser registrada. A intenção foi visitar meu primo, que mora lá, e conferir seu projeto de show, o Tributo Sandy & Júnior, que ele já faz há algum tempo e é o maior sucesso em sua terra. 

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Pode-se dizer que foi rápido mas, também, muito divertido! Aqui, vocês conferem um pouquinho do que andei fazendo por lá. Aperta o play!

MAIS: O dia em que me levei pra jantar

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Um super beijo e até mais!

Marcéli

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Sobre ser blogueira na vida real: verdades que ninguém vai te contar

maio 7, 2017


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Já faz algum tempo que o termo "blogueira" se consagrou como profissão. Ou influenciadora, se você preferir. Ou, ainda, "Digital Influencer", se você é daquelas que acha que uma palavra só tem valor agregado se for dita em inglês. Enfim. Como muita coisa que entra na moda, essa função rentável entrou na dança.

Como me sinto em relação a isso? Bem, eu gosto e não gosto. Porque, ao passo que me sinto extremamente realizada fazendo algo que amo real - falar sobre moda de maneira prática para ajudar as pessoas -, também me sinto desvalorizada quando associam o que eu faço a "ganhar dinheiro fácil". Antes fosse viu, amigo!? Aliás, chega a ser cômica a quantidade de pessoas que se tornam blogueiros e influenciadores por segundo neste mundo. O pessoal realmente deve acreditar que este é o caminho certo pra ganhar dinheiro fazendo "nada" e, se esta é a sua ideia de ser blogueiro, sinto lhe informar: você está fortemente enganado(a). 

E eu vou te dizer por que: em primeiro lugar, pra se considerar blogueiro você precisa ter poder de influência sobre certa quantidade de pessoas - de preferência, uma quantidade considerável. E isso leva tempo. Ou seja, ninguém "nasce" blogueiro da noite pro dia. É um trabalho beeeeem complexo e beeeeem demorado de visibilidade, de produção de conteúdo, de ESTUDO principalmente (infelizmente, alguns se esquecem dessa parte). Ou seja: põe uns dois aninhos aí, só pra começar.

E depois? Bom, depois que você alcançou este certo poder de influência - no qual você NUNCA vai poder parar de trabalhar em cima, porque você sempre vai precisar alcançar mais e mais pessoas -, você tem que correr atrás de patrocínio. E se você não tiver a sorte de ter um, pra bancar custos de: webdesign, marketing, criação de layout e logomarca, edição de foto/video/imagens/a p*rr@ toda, você vai precisar arrumar um trabalho paralelo pra bancar isso. Porque sem um ÓTIMO conteúdo, bem produzido, bem estruturado e bem apresentado, nenhuma marca vai querer saber de você. Nem a lojinha do "Seu Zé", ali do bairro. Todo mundo se permite ser amador, mas não permite amadorismos alheios. Anota essa pra vida.

Ah. E falando em marcas... captar clientes é FODAMENTE difícil. Com o perdão da palavra. Quer dizer, perdão nada, porque tem cliente que é exatamente isso: FODA. No pior sentido da palavra. Que te faz perder 3 horas montando orçamento e te dá um simples "não, obrigada" depois; que marca reunião com você, faz você planejar seu dia em cima daquilo e na hora H te dá um mega bolo (sim, isto já aconteceu comigo); que vai te cozinhar durante 1 ano da sua vida através da frase: "mês que vem a gente faz um trabalho" e nunca vai fazer. Que vai te mandar um "jabá" (procurar significado no Google) e vai querer que você trabalhe fazendo divulgação pra esse jabá durante um ano inteiro, sendo que o valor do produto não é nem 1/3 do valor do trabalho que você cobraria pra essa divulgação (e ainda dizem que ganho "muitos presentes"). Vai ter gente que até vai topar trabalhar com você, mas antes de fechar negócio, vai diminuir você ao máximo pra justificar a merreca que quer te pagar. E você acaba aceitando porque, né, "melhor um pássaro na mão" do que nenhum.

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E a quantidade de "nãos" que você recebe? VISH, incontáveis. Tem empresário que não se dá ao trabalho nem de abrir seu mídia kit, nem ao menos de abrir seu e-mail, quando lê no assunto "proposta de publicidade" ou qualquer coisa do gênero. Vão bater o telefone na sua cara, vão menosprezar você de todas as formas possíveis e imagináveis. Arrisco dizer que, com certeza, ainda não fui surpreendida (ou melhor, decepcionada) de todas as formas. Vai ter alguma nova, a qualquer momento...

Vão ter alguns poucos que vão valorizar seu trabalho de mídia - que é isso o que é, na realidade - e vão voltar a investir em você depois da primeira vez. Mas pense numa média (metafórica) de 1 cliente bom para 15 ruins (e "ruim" que eu digo é em termos profissionais, não pessoais). Ou seja: a primeira palavrinha do seu dicionário pra trabalhar neste meio (e em MUITOS outros, creio) é: "paciência". Mas MUITA. Se você se considera uma pessoa paciente, multiplica essa paciência por 5 e este é mais ou menos o ideal que tem que ter pra ser blogueiro.

Porque, acima de tudo, apesar de você vender uma imagem de alguém "real", "palpável", você NÃO pode cometer erros. Não pode xingar, falar um palavrão. Não pode ser impulsivo. Nem pode fazer cara feia. Tem que viver sorrindo, feliz da vida, boneca Barbie, senão as pessoas te julgam. Se um ser anônimo andando na rua já é julgado, imagina uma figura pública. É lindo sim ver meninas como Camila Coelho e Tássia Naves viajando o globo, hospedadas em hotéis milionários, comendo do bom e do melhor e vestindo looks que valem o preço de um carro importado. É maravilhoso sonhar em ter a conta bancária delas. É, sim.

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Mas, questione-se todos os dias se você está disposto(a) a enfrentar tudo isso aí, que descrevi acima, para chegar até lá. E enfrentar todos os dias, várias vezes ao dia. Dormir tarde e acordar cedo; viver com o celular pendurado no rosto, conectada 24hs por dia, 7 dias por semana, obrigatoriamente; pensar 10 vezes em cada passo que vai dar, seja online, seja no ao vivo, porque está sendo observada. Porque tudo o que você fizer e falar vai ter um poder de influência sobre alguém e isso te acarreta responsabilidade. E se fosse tudo isso para ganhar bilhões, ok, né? A gente sempre pensa isso. Mas, durante um bom tempo da sua vida e ao longo da construção de sua carreira, você vai fazer isso por pouquíssimo dinheiro, se não tiver que fazer de graça. Ou, talvez, pelo resto da vida. Porque nem todo mundo chega em níveis astronômicos de ganhos financeiros como Camila e Tássia. Não é nem um pouco fácil quanto parece.

E se é esta a profissão que você escolheu, você vai ter que trabalhar ganhando pouco para começar, senão, você não entra, muito menos permanece neste mercado - que além de saturado de profissionais, está em crise. E nessas de "aceitar o que querem pagar", você vai assistindo à sua própria profissão sendo desvalorizada, várias vezes. Não será uma vez, nem duas, nem três. Serão VÁRIAS VEZES. Mesmo.

Pra terminar, acredite em mim: esse texto aqui não descreve nem 1/4 do que a gente passa. Por isso que aquele clichê do "ame o que faz" nunca foi tão atual. Porque lutar pela sobrevivência, pelo ganha-pão, é algo que você vai ter que fazer de qualquer jeito, obviamente. Resta saber se essa sua luta diária vai ser um prazer ou um tormento. Porque, só amando o que se faz se arruma motivação para continuar.

MAIS: Colares e decotes - você sabe combinar essa dupla?

Eu tenho essa motivação, porque realmente, incondicionalmente, amo o que faço. E você?

Beijos sinceros,

Marcéli.

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O dia em que ME levei para jantar

, abril 17, 2017


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Não estranhe o título: dê uma chance ao assunto, prometo que vale a pena! Aqui pelo blog, o forte e mais recorrente assunto é moda (se você fuçar um pouquinho, vai perceber), mas, como nem tudo na vida se resume a vestuário, é importante, vez ou outra, pararmos pra refletir outras questões mais subjetivas. E se curtir sozinha faz parte de uma destas questões!

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Explico: recentemente, resolvi me arrumar e me levar pra jantar. Alguns acontecimentos no dia favoreceram a execução desta meta - que já tinha em mente há um bom tempo - e, então, resolvi parar de enrolar e colocá-la em prática. O resultado você descobre no vídeo abaixo, que tá bem resumido e divertido. 

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O intuito? Não é te convencer a me copiar, se você não quiser. Mas inspirar as pessoas - mulheres, principalmente - a desconsiderar alguns estereótipos da sociedade que, muitas vezes, nos impõem estar acompanhadas. Já parou pra pensar por que isso acontece?

Quantas vezes você não se submeteu a algumas situações, as quais nem te agradava, apenas porque "mandava o protocolo?". Eu, inúmeras. E é por isso mesmo que convido você a se motivar por conta própria; a não depender de ninguém quando quiser fazer algo; a não ESPERAR por ninguém, principalmente. Nascemos sozinhas. Merecemos aprender a nos curtir sozinhas também, independente da circunstância. Não precisa se isolar do mundo, apenas aprender que ficar só por alguns momentos pode ser libertador e importante.

Dá o play!

VÍDEOS NOVOS TODA QUINTA

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MAIS: 4 dicas para exercitar a autoestima

Super beijo e até a próxima! :D

Marcéli

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Você não precisa entrar na roupa, ela é que precisa entrar em você

dezembro 19, 2016


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Este pode ser um título considerado clichê por muitos, mas, se existe uma das maiores verdades do mundo atual, é esta. Quem já assistiu ao meu vídeo sobre O Dilema dos 3kg a Mais deve imaginar de qual opinião compartilho. E aqui, venho reiterá-la de forma mais detalhada. 

POSSO QUERER EMAGRECER?

Lógico que pode. O corpo é seu e, inclusive, a primeira pessoa que deveria dar a última palavra sobre o que deve mudar nele ou não é você mesma. Acontece que, como muitas de nós sabemos, padrões de beleza nos são impostos quase que o tempo todo através da mídia e, normalmente, é por causa deles que a maioria das pessoas se sente na "obrigação" de mudar o corpo - e, quase sempre, de emagrecer. Se isso for uma decisão somente sua (você vai fazer porque quer), é uma coisa. Se é algo imposto, colocado em sua cabeça (você vai fazer porque se sente na obrigação), é outra. E aqui, eu questiono esta segunda atitude.

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NÃO COMPRE ROUPA QUE NÃO CABE COM O OBJETIVO FURADO DE EMAGRECER PARA "CABER"

Por quê digo isso? Porque, além de ser uma compra desperdiçada - já que, por hora, você não irá usar o que comprou -, você está se punindo sem perceber. Está dizendo a si mesma que precisa entrar em um número que não é o seu. É como disse em meu vídeo sobre autoestima: não existe "numeração ideal". O que existe é o tamanho de cada um e a roupa que cabe melhor em cada tipo de corpo. O lance, para começar a se sentir bem na própria pele, é investir em tudo aquilo que te valoriza.

E não precisa ser exatamente o que a fulaninha ou a beltraninha evidencia: sua amiga pode andar com a barriga de fora, mas, de repente, você tem pernas lindas que podem ser mostradas ao invés disso. Tem um cabelo e um rosto lindo, que podem e devem ser destacados - e assim por diante.

DISCRIÇÃO É SINÔNIMO DE BAIXA ESTIMA?

De jeito nenhum. Você não precisa andar por aí se exibindo, porque se ama. Cada um tem uma postura e reage diferente de acordo com seus sentimentos e com as situações. Se está na moda usar barriga de fora (por exemplo) e você simplesmente não gosta, porque não é um estilo que condiz com sua personalidade, você tem todo o direito de não usar; assim como, se você gosta de algo que não está assim sendo tão comentado, mas é algo que você quer usar, porque se sente bem e ponto, ótimo. Use - e não fique se justificando, independente da situação, porque você não precisa.

Autoestima consiste em você se amar da forma como é e, principalmente, se respeitar. Qualquer atitude que violente sua essência, qualquer coisa que você faça por razões terceiras, que não seja a sua própria vontade, é uma maneira de se violentar e de se submeter. Não importa se é entrando ou não "na moda", se é engordando, se é emagrecendo.

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SEU CORPO, SUAS REGRAS

Uma coisa que precisa ficar clara aqui é que esse título não tem o intuito de "impôr" que você não emagreça. Você pode engordar, pode emagrecer, pode fazer plástica ou não, fazer tratamentos ou não. Você pode tudo o que você quiser - desde que sejam SUAS próprias escolhas e não a escolha que viu na revista, ou a escolha da sua mãe, do seu namorado, de uma amiga ou de quem quer que seja.

A única pessoa que pode e deve decidir o que fazer ou o que não fazer é você mesma. Roupas e numerações existem para atender (ou ao menos, deveria ser) a todos os padrões de corpo. Vestir 46 ou 36 não é vergonha nenhuma para ninguém. É apenas um tamanho. E se você quer emagrecer, porque foi algo que decidiu para si, ótimo. Mas respeite sua numeração de acordo com o presente e, então, quando atingir seu objetivo, você estará pronta para renovar o guarda-roupa da forma que quiser.

PRINCÍPIOS BÁSICOS BACANAS AO FAZER UMA COMPRA: 

  • Separar o que serve para você HOJE do que não serve em seu guarda-roupa;
  • Experimente: desculpem-me os E-Commerces, mas não existe comprar roupa sem provar, porque, certamente, vai gerar algum tipo de arrependimento. Ou ficou longo demais, ou curto demais, ou largo demais, ou pode ficar caindo... experimentar é o ato mais importante, em especial, se você for uma pessoa indecisa. E não basta apenas vestir e ficar paradinha em frente ao espelho, não! Tem que se sentar, se levantar, andar, levantar os braços, dançar, fazer todo tipo de movimento comum no dia a dia, pra saber se a peça vai acompanhar sua necessidade;
  • Não leve a roupa de primeira: ou seja, pesquise! Gostou muito, amou? Tá bom, separa - peça para a vendedora reservar, se for possível -, mas dê uma bela pesquisada antes. Principalmente em se tratando de lojas de departamento, é muito provável que você encontre algo extremamente semelhante por preços diferentes. E quem sabe, consiga economizar!
  • E é sempre bom relembrar: nenhuma numeração é vergonha. Procure o que cabe em você, o que realmente te valoriza, experimente novas ideias, se assim quiser, mas o mais importante é: ficar feliz dentro da roupa escolhida!auto estima | moda | roupas | moda feminina | comprar roupas | emagrecer | amor próprio

MAIS: Dicas para usar o quimono, uma das peças queridinhas do verão

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Beijo grande e até a próxima ;)

Marcéli

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